Pré-julgamentos

E aí que a imaginação do ser humano é um monstro! Impressionante onde ela pode nos levar, nós que somos tão imperfeitos…

Outro dia uma amiga me contou uma história daquelas que seria cômica se não fosse trágica e que foi no mínimo embaraçosa, pois poderia levar a sérios problemas caso não fosse esclarecida no ato.

Por motivos óbvios não a relatarei aqui, mas chegamos a algumas considerações valem a pena, afinal, quem nunca se deixou levar pela imaginação fazendo julgamentos sobre algo que imaginou acontecer ou algo que presumiu ao ouvir uma conversa pela metade?

– Às vezes a pessoa passou por você e não conversou direito não porque está brava ou chateada com você. Às vezes ela está só chateada e/ou não está em um bom dia, ou está distraída… Emfim, pode não ter sido por mal;

– Às vezes aquele comentário ouvido pela metade não é com você, nem sobre você, por mais que a carapuça pareça servir perfeitamente;

É comum pensar no pior, talvez alguns achem até mais fácil, mas nem sempre é assim. Por isso o “deixar passar” muitas vezes é a melhor saída e pode evitar muitas confusões.

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